INVESTIGADOR DE POLÍCIA

No momento de perigo, o cidadão pensa em Deus e na polícia; passado o perigo ele se esquece de Deus e execra a polícia.

Posts com Tag ‘eros grau’

Recado para o Ministro Eros Grau

Publicado por Flávio Lapa Claro em 17/11/2008

Senhor Ministro:

Ofereço a Vossa Excelência a delícia de uma crônica do Mestre Rubem Alves, que fala sobre a imprensa. Publicada em 2001, permanece atual. Aliás, creio que nunca foi tão atual quanto nos tenebrosos dias em que vivemos.

Talvez em seus próximos julgamentos os fatos divulgados pela mídia passem a ter menos importância do que tiveram no episódio da greve dos policiais civis do estado de São Paulo.

Flávio Lapa Claro
Investigador de Polícia
DAS/DEIC

_____________________________________________________________________

DE: RUBEM ALVES – disponível em http://www.rubemalves.com.br/seraquealeituradosjornaisnostornaestupidos.htm

Será que a leitura dos jornais nos torna estúpidos?

O nome não me era estranho. Eu já o vira de relance em algum jornal ou revista. Mas não me interessei. Aquele nome, para mim, não passava de um bolso vazio. Eu não tinha a menor idéia do que havia dentro dele. Sou seletivo em minhas leituras. Leio gastronomicamente. Diante de jornais e revistas eu me comporto da mesma forma como me comporto diante de uma mesa de bufê: provo, rejeito muito, escolho poucas coisas. Concordo com Zaratustra: “Mastigar e digerir tudo – essa é uma maneira suína.“
Aquele bolso devia estar cheio de coisas dignas de serem comidas – caso contrário não teria sido oferecido como banquete nas páginas amarelas da VEJA. Mas eu não comi. Aí um amigo me enviou via e-mail cópia de uma crônica do Arnaldo Jabor, a propósito do dito nome – crônica que eu li e gostei: sou amante de pimentas e jilós.
Senti-me parecido com o Mr. Gardner, do filme “Muito além do jardim“, com Peter Sellers. Mr. Gardner jamais lia jornais e revistas. Aproximei-me então da minha assessora e lhe perguntei, envergonhado, temeroso de que ela tivesse visto o dito filme, e me identificasse com o Mr. Gardner. “Natália, quem é Adriane Galisteu?“ Esse era o nome do bolso vazio. Ela deu uma risadinha e me explicou. À medida em que ela explicava, as coisas que eu havia lido começaram a fazer sentido, e eu me lembrei de uma estória que minha mãe me contava: uma princesinha linda que, quando falava, de sua boca saltavam rãs, sapos, minhocas, cobras e lagartos… Terminada a explicação, fiquei feliz por não ter lido. Lembrei-me de uma advertência de Schopenhauer: “No que se refere a nossas leituras, a arte de não ler é sumamente importante. Essa arte consiste em nem sequer folhear o que ocupa o grande público. Para ler o bom uma condição é não ler o ruim: porque a vida é curta e o tempo e a energia escassos… Muitos eruditos leram até ficar estúpidos.“ Existirá possibilidade de que a leitura dos jornais nos torne estúpidos?
O que está em jogo não é a dita senhora, que pode pensar o que lhe for possível pensar. O que está em jogo é o papel da imprensa. Qual a filosofia que a move ao selecionar comida como essa para ser servida ao povo?

A resposta é a tradicional: “A missão da imprensa é informar“. Pensa-se que, ao informar, a imprensa educa. Falso. Há milhares de coisas acontecendo e seria impossível informar tudo. É preciso escolher. As escolhas que a imprensa faz revelam o que ela pensa do gosto gastronômico dos seus leitores.

Jornais são refeições, bufês de notícias selecionadas segundo um gosto preciso. Se o filósofo alemão Ludwig Feuerbach estava certo ao afirmar que “somos o que comemos“, será forçoso concluir que, ao servir refeições de notícias ao povo os jornais estão realizando uma magia perversa sobre os seus leitores: depois de comer eles serão iguais àquilo que leram.

Faz tempo que parei de ler jornais. Leio, sim, movido pelo espírito da leitura dinâmica, apressadamente, deslizando meus olhos pelas manchetes para saber não o que está acontecendo, mas para ficar a par do menu de conversas estabelecido pelos jornais. Muita coisa importante e deliciosa acontece sem virar notícia, por não combinar com o gosto gastronômico dos leitores. Se não fizer isto ficarei excluído das rodas de conversa, por falta de informações. Parei de ler os jornais, não por não gostar de ler mas precisamente porque gosto de ler. As notícias dos jornais são incompatíveis com meus hábitos gastronômicos: leio bovinamente, vagarosamente, como quem pasta… ruminando. O prazer da leitura, para mim, está não naquilo que leio mas naquilo que faço com aquilo que leio. Ler, só ler, é parar de pensar. É pensar os pensamentos de outros. E quem fica o tempo todo pensando o pensamento de outros acaba por desaprender a arte de pensar seus próprios pensamentos: outra lição de Schopenhauer. Pensar não é ter as informações. Pensar é o que se faz com as informações. É dançar com o pensamento, apoiando os pés no texto lido: é isso que me dá prazer. Suspeito que a leitura meticulosa e detalhada das informações tenha, freqüentemente, a função de tornar desnecessário o pensamento. Pensar os próprios pensamentos pode ser dolorido. Quem não sabe dançar corre sempre o perigo de escorregar e cair… Assim, ao se entupir de notícias – como o comilão grosseiro que se entope de comida – o leitor se livra do trabalho de pensar.

Confesso que não sei o que fazer com a maioria das notícias dos jornais: entendo as palavras mas não entendo a notícia. Penso: se eu não entendo a notícia que leio, o que acontecerá com o “povão“? Outras notícias só fazem explicitar o que já se sabe. Detalhes, cada vez mais minuciosos, das tramóias políticas e econômicas de um Maluf, de um Jader, nada acrescentam ao já sabido. Esse gosto pela minúcia escabrosa se deriva da pornografia, que encontra seus prazeres na contemplação dos detalhes sórdidos, que são sempre os mesmos, como o comprovam as salas de “imagens eróticas“ da Internet. A dita reportagem sobre a tal senhora e as notícias sobre Jader e Maluf atendem às mesmas preferências gastronômicas. Será que as notícias são selecionadas para dar prazer aos gostos suinos da alma? Por outro lado, há os suplementos culturais que, para serem entendidos, é preciso ter doutoramento. Para o povão, o futebol…

Ao final de sua crônica o Arnaldo Jabor dá um grito: “Os órgãos de imprensa devem ter um papel transformador na sociedade…“ Dizendo do meu jeito: os órgãos de imprensa têm de contribuir para a educação do povo. Mas educar não é informar. Educar é ensinar a pensar. Os jornais ensinam a pensar? Repito a pergunta: Será que a leitura dos jornais nos torna estúpidos?

(Folha de S. Paulo, Tendências e Debates, 02/09/2001.)

 

 

 

Enviado em Artigos do proprietário, Da mídia | Tagged: , , , | Comentários desativados

PALAVRAS DE EROS GRAU

Publicado por Flávio Lapa Claro em 15/11/2008

Palavras do ministro Eros Grau, relator do MI 712-8 do STF – Direito de greve dos servidores públicos (clique na imagem para ampliar):

PALAVRAS DE EROS GRAU

LEIA O INTEIRO TEOR DO JULGAMENTO DO MI 712-8 DO STF – DIREITO DE GREVE DO SERVIDOR PÚBLICO:  mi712

Enviado em Artigos do proprietário, Da mídia | Tagged: , , | Comentários desativados

EROS GRAU E OS PATOS

Publicado por Flávio Lapa Claro em 15/11/2008


Os patos” – Lenda du Bocage

Diz a lenda que Bocage, ao chegar em casa um certo dia, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal. Chegando lá, constatou um ladrão tentando levar seus patos de criação. Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com os seus amados patos, disse-lhe:

- Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos Bípedes palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa.

Se fazes isso por necessidade, transijo… mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.

E o ladrão, confuso, diz:

- “Doutor, afinal eu levo ou deixo os patos?” (via e-mail)LIGEIRINHO DO JARDIM CHOVE BALAS

***

Recomendação do Investigador de Polícia: Visite o blog do ligeirinho em http://www.ligeirinho-ligeirinho.com

Enviado em Artigos de terceiros enviados para o blog | Tagged: , | Comentários desativados

LEIS APROVADAS EM SP, EROS GRAU DECIDE EM BRASÍLIA = NA MESMA HORA??? QUE COINCIDÊNCIA!!

Publicado por Flávio Lapa Claro em 14/11/2008

Sexta-feira, 14 de Novembro de 2008

LEIS APROVADAS EM SP, EROS GRAU DECIDE EM BRASÍLIA = NA MESMA HORA??? QUE COINCIDÊNCIA!!

EXCELÊNCIA EROS, O SR. ESTÁ DANDO BANDEIRA!

PODIA ESPERAR UM POUQUINHO PRA ANUNCIAR O SEU VOTO VENDIDO.
NÓIS É CAPIRA, ROÇAPOL, MAS NÃO CAPIAU. NÓIS NUM É INGNORANTE!
NÃO MENOSPREZE NOSSA INTELIGÊNCIA.
A FORÇA TAREFA ALESP-GILMAR-MENDES-EROS GRAU DEU MUITO NA CARA.
COLABORADOR: Anônimo

Enviado em Artigos de terceiros enviados para o blog | Tagged: , , , | Comentários desativados

RECURSO CONTRA O FIM DA GREVE

Publicado por Flávio Lapa Claro em 13/11/2008

Disponível em:http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/11/13/e131123108.html

 SP: policiais prometem recorrer contra fim da greve

Portal Terra

 

SÃO PAULO – O diretor da Associação dos Delegados do Estado de São Paulo (ADPESP), André Dahmer, afirmou que o órgão pretende entrar com um recurso judicial contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o retorno de 100% do efetivo da Polícia Civil de São Paulo ao trabalho. Segundo Dahmer, a ordem é contrária a uma decisão anterior do pleno do STF.

O ministro Eros Grau afirmou, na decisão, que o direito de greve não se aplica aos policiais civis no caso do Estado. Dessa forma, cabe ao governo “desde logo, prover no sentido do restabelecimento pleno da prestação dos serviços”. A medida ainda será submetida a referendo do Plenário.

Segundo Dahmer, alguns delegados já estão voltaram e alguns vão esperar a notificação do STF para voltar às atividades. Contudo, ele afirma que a associação ainda vai esperar o recurso judicial e uma evolução da negociação com o governo de São Paulo para garantir as reivindicações da categoria.

O presidente da Associação dos Funcionários da Polícia Civil do Estado de São Paulo, Hilkias de Oliveira, afirmou que também pretende entrar com um recurso, mas que está ouvindo os advogados da associação e que até amanhã devem decidir as medidas a serem tomadas.

O presidente do Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo (Sipesp), João Batista Rebouças, afirmou ontem que a decisão liminar do STF de não pegou nenhuma das entidades de surpresa. “Conhecendo o governador ditatorial que nós temos, isso já era esperado”, disse.

Ainda ontem, o presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp), José Martins Leal, disse que a decisão anunciada pelo STF não diz “absolutamente nada” porque foi divulgada somente pela imprensa. “Nós não fomos comunicados oficialmente e não recebemos intimação de nada, portanto, por enquanto, não é importante”, disse.

Enviado em Da mídia | Tagged: , , , , , , | Comentários desativados

URGENTE – INFORMAÇÃO DO SIPESP

Publicado por Flávio Lapa Claro em 13/11/2008

Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008

URGENTE – INFORMAÇÃO DO SIPESP (13 NOV 08 – 00:05 HR)

AOS COLEGAS POLICIAIS CIVIS.

CONFORME ORIENTAÇÃO DO SIPESP, ATRAVÉS DE SEU PRESIDENTE JOÃO BATISTA REBOUÇAS, ENQUANTO AS ENTIDADES DE CLASSE, NÃO FOREM DEVIDAMENTE INTIMADAS SOBRE A DECISÃO DO STF, OS POLICIAIS DEVERÃO CONTINUAR NO ESTADO DE GREVE.

O SETOR JURÍDICO DO SIPESP ESTÁ REUNIDO NESSE MOMENTO, ANALISANDO A SITUAÇÃO, DIANTE DA DECISÃO TOMADA PELO STF, ASSIM QUE TIVERMOS UM RESULTADO DESSA REUNIÃO, REPASSAREI TODAS AS INFORMAÇÕES.

TOMO A LIBERDADE, DE COMENTAR O SEGUINTE: NINGUÉM DISSE QUE O CAMINHO QUE ESCOLHEMOS, OU SEJA, RETOMAR A NOSSA DIGNIDADE, SERIA FÁCIL ! ESSE TIPO DE DECISÃO TOMADA PELO STF, ERA UMA DAS POSSIBILIDADES QUE PODERIA ACONTECER, E ACONTECEU. AGORA TEMOS QUE DENTRO DA LEGALIDADE, POIS SOMOS POLICIAIS, ENCONTRAR MEIOS PARA CONTINUARMOS DEMONSTRANDO O NOSSO DESCONTENTAMENTO CONTRA ESSE GOVERNADOR SERRA E SEU PARTIDO O PSDB E ALCANÇARMOS OS NOSSOS OBJETIVOS (DIGNIDADE).

NÃO DESANIME, COMO JÁ DISSE EXISTEM VÁRIAS FORMAS DE PROTESTARMOS DENTRO DA LEI, E ASSIM O FAREMOS DE FORMA COORDENADA E ORDEIRA, É PARA ISSO QUE EXISTE O SINDICATO.

” EM MOMENTOS DE CRISE, SÓ A IMAGINAÇÃO É MAIS IMPORTANTE QUE O CONHECIMENTO.” – (ALBERT EINSTEIN)

UM ABRAÇO,

EDWALD
DEL. SIND. DO SIPESP (PIRASSUNUNGA) REGIÃO DE LIMEIRA.

Enviado em Artigos de terceiros enviados para o blog | Tagged: , , , , | Comentários desativados

FIM DA GREVE

Publicado por Flávio Lapa Claro em 12/11/2008

Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008

FIM DA GREVE

Parece que acabou a greve!
—————————
Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008

Direito de greve não se aplica a policiais civis de SP, decide ministro

O ministro Eros Grau, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que o direito de greve não se aplica aos policiais civis, no caso de São Paulo. Assim, cabe à Administração estadual, “desde logo, prover no sentido do restabelecimento pleno da prestação dos serviços”. A decisão do ministro será submetida a referendo do Plenário em questão de ordem na Reclamação 6568.

Ao analisar petição apresentada pelo estado de São Paulo, o ministro cassou hoje liminar anteriormente concedida por ele, em setembro, que mantinha decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região no sentido de garantir o efetivo de 80% dos policiais em exercício. Com a decisão do ministro, 100% do efetivo deve estar em atividade. Permanece suspenso, no entanto, o trâmite do dissídio na Justiça trabalhista, até que o Supremo analise o mérito da Reclamação e defina a quem cabe julgar a ação sobre o movimento grevista – se a Justiça comum ou a trabalhista.

Na petição, o governo paulista afirmou que, frustradas as tentativas de negociação, o movimento grevista da Polícia Civil do Estado de São Paulo prossegue. Afirmou, ainda, que caberia ao Supremo analisar a legitimidade da greve dos policiais.

Sobre esse ponto, o ministro Eros Grau, relator do caso, afirmou que “não compete ao STF decidir sobre a legitimidade do movimento grevista deflagrado pelos policiais civis do Estado de São Paulo, mas sim à Justiça local”.

Leia a íntegra da decisão.

EH/LF

Processos relacionados
Rcl 6568

COLABORADOR: P. R.

Enviado em Artigos de terceiros enviados para o blog | Tagged: , , , , | Comentários desativados

STF DETERMINA FIM DA GREVE

Publicado por Flávio Lapa Claro em 12/11/2008

Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008

STF DETERMINA FIM DA GREVE

Disponível em http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2008/11/12/ult5772u1511.jhtm

12/11/2008 – 20h39
Supremo determina que 100% dos policiais devem voltar às atividades em SP
Do UOL Notícias
Em São Paulo
O ministro Eros Grau, do STF (Supremo Tribunal Federal), decidiu nesta quarta-feira (12) que o direito de greve não se aplica aos policiais civis no caso de São Paulo e determinou que o Estado providencie 100% do efetivo em atividade nesta quinta-feira.

A decisão prejudica liminar concedida pelo próprio ministro que garantia aos policiais o direito de garantir um efetivo de apenas 80% durante a greve, iniciada no dia 16 de setembro.

De acordo com a decisão, cabe à administração estadual, “desde logo, prover no sentido do restabelecimento pleno da prestação dos serviços”.

A petição foi apresentada ao Supremo pelo Estado de São Paulo contra a liminar do ministro, que mantinha decisão do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) da 2ª Região no sentido de garantir o efetivo de 80% dos policiais em exercício.

Com a decisão do ministro, 100% do efetivo deve estar em atividade. Permanece suspenso, no entanto, o trâmite do dissídio (ação em que se discute a greve) na Justiça trabalhista, até que o Supremo analise o mérito da questão e defina a quem cabe julgar a ação sobre o movimento grevista – se à Justiça comum ou à trabalhista.

Na petição, o governo paulista afirmou que, frustradas as tentativas de negociação, o movimento grevista da Polícia Civil do Estado de São Paulo prossegue. Afirmou ainda que caberia ao Supremo analisar a legitimidade da greve dos policiais.

Sobre esse ponto, o ministro Eros Grau, relator do caso, afirmou que “não compete ao STF decidir sobre a legitimidade do movimento grevista deflagrado pelos policiais civis do Estado de São Paulo, mas sim, à Justiça local”.

O diretor da associação dos delegados, André Dahmer, afirmou que os policiais vão acatar o que for decidido pela Justiça. “Ordem judicial é para ser cumprida”, afirmou. Mas, o diretor ressaltou que a categoria deve se reunir para discutir os meios legais de se reverter a decisão e ver “quais caminhos restam”.

Enviado em Da mídia | Tagged: , , , , | 1 Comentário »